News

26/04
2005

Governo quer compensar exportador

O ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, disse que o governo estuda uma série de medidas para compensar o impacto da alta do real frente ao dólar sobre determinados setores produtivos. Reconhecendo as dificuldades enfrentadas por exportadores, Furlan afirmou que estão sendo conduzidas iniciativas em áreas como transportes e logística para aliviar a situação.
26/04
2005

Brasil vai propor regra para destravar negociação com UE

O Brasil vai defender junto aos seus três sócios do Mercosul que as negociações com os europeus para a assinatura de um acordo de livre-comércio sejam retomadas a partir de uma troca de " documentos informais " . Esses papéis teriam de conter as melhores ofertas que já foram apresentadas - muitas delas verbais - e seriam a base para que uma reunião ministerial seja marcada. A partir dela seria então possível destravar esse processo.
26/04
2005

Governo diz que pode cortar impostos

O governo federal vai cortar impostos se, neste ano, a arrecadação de tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal superar o nível de 16% do PIB. Quem garante é o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. "Se a carga passar dos 16% do PIB - o limite proposto pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias enviado ao Congresso -, vamos cortar impostos, como já fizemos no ano passado", disse Bernardo.
25/04
2005

Superávit comercial recua a US$750 mi na 4a semana de abril

A balança comercial brasileira registrou superávit de 750 milhões de dólares na quarta semana de abril, resultante de exportações de 1,726 bilhão de dólares e importações de 976 milhões de dólares. No mês, o saldo é positivo em 3,038 bilhões de dólares e no ano, em 11,357 bilhões de dólares, acrescentou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior nesta segunda-feira
25/04
2005

América Latina expõe incertezas sobre futuro

Quando os líderes do Brasil e Equador recentemente questionaram a utilidade dos acordos de livre comércio, estavam simplesmente expressando um segredo de Polichinelo da América Latina: conversações sobre livre comércio estão atoladas em meio a políticas domésticas, interesses próprios e temores. É por isso que poucos analistas esperam muitos progressos nos acordos regionais de comércio a médio prazo.