News

10/11
2005

GREVE NO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

Temos a informar que o CIESP - Centro das Indústrias do Estado de São Paulo está adotando as medidas judiciais necessárias, para que o atendimento ao seu associado não sofra solução de continuidade em razão da paralisação organizada pelos servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no Porto de Santos.
10/11
2005

Salto dos importados afeta produção industrial

Impulsionada pela queda do dólar, a invasão de produtos importados, que aumentou 43% em outubro sobre 2004, deu forte contribuição para o resultado negativo registrado pela indústria brasileira justamente quando o setor mais esperava crescer, para as vendas de Natal. O IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgou queda de 2% na produção entre agosto e setembro, surpreendendo até os mais pessimistas - esperava-se recuo de até 1,8%.
10/11
2005

Analistas já falam em queda maior nos juros

O mercado futuro ainda não embutiu nos seus preços uma projeção de redução maior do que 0,5 ponto percentual nas taxas de juros básicas Selic nas duas reuniões do Copom - Comitê de Política Monetária, que acontecem neste ano. Mas economistas dos maiores bancos já começam a avaliar a possibilidade de o Copom ser mais agressivo e aplicar em pelo menos uma reunião um corte de 0,75 ponto percentual, o que levaria a taxa básica de juros abaixo de 18% no final deste ano.
09/11
2005

Câmara aprova MP que cria "Super-Receita"

O governo conseguiu aprovar na Câmara dos Deputados, às 23h50, o texto básico da medida provisória que criou a chamada "Super-Receita", com a fusão das estruturas de fiscalização e arrecadação dos ministérios da Fazenda e da Previdência. Apesar da vitória -250 votos a favor, 29 contra, 2 abstenções e 49 em obstrução-, a MP, tida como prioritária pela área econômica do governo, continua correndo o risco de naufragar no Congresso. A Câmara tentava votar, na madrugada de hoje, as alterações ao texto original. Após concluída a votação na Câmara, a MP ainda precisará ser votada no Senado até o final da próxima semana, quando completará 120 dias e deixará de vigorar.
09/11
2005

Para Delfim Netto, o real apreciado é fruto de especulação

A valorização do real resulta não só do superávit comercial e em transações correntes, mas principalmente de uma especulação de juros feita na BM&F com contratos a termos de câmbio. A avaliação é do economista e ex-ministro da Fazenda, Antonio Delfim Netto, ontem, em São Paulo, em palestra a executivos da área de seguros. "Quando você compra reais, há valorização. Por isso foi possível o Tesouro brasileiro vender no mês passado R$ 3,4 bilhões, em Nova York, em troca de US$ 1,5 bilhão. Graças ao diferencial de juros interno e externo, transformamos o real na comodity mais rentável do mundo em 2005. Isso explica boa parte da valorização e é por isso que essa valorização não termina antes desse diferencial diminuir." Entretanto, o economista ainda considera uma incógnita a trajetória da Selic e, mesmo havendo consenso em relação às prováveis altas da taxa de juros norte-americana, ainda é incerto o fim dos estímulos às especulações e conseqüentemente do período de apreciação do real.