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25/07
2005

Superávit comercial acumulado no ano soma US$ 22,712 bilhões

A balança comercial acumula no ano, até o dia 24 de julho, superávit de US$ 22,712 bilhões. No período, as exportações somam US$ 61,434 bilhões e as importações, US$ 38,722 bilhões. As informações são Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento (Secex). Na primeira semana de julho, o saldo foi positivo em US$ 380 milhões e, na segunda, em US$ 1,333 bilhão. Na terceira semana, o superávit foi de US$ 985 milhões e, na quarta semana, de US$ 343 milhões.
22/07
2005

Sem oferta da UE, OMC admite crise na Rodada Doha

Para a frustração do Brasil e dos demais países em desenvolvimento, a UE - União Européia não apresentou ontem uma nova oferta de liberalização das tarifas agrícolas na OMC - Organização Mundial do Comércio. O diretor da entidade, Supachai Panitchpakdi, decretou oficialmente a crise nas negociações da Rodada de Doha. A direção da OMC admite que os países não conseguem superar as diferenças em centenas de pontos, como produtos industriais, serviços, regras, investimentos, propriedade intelectual e agricultura.
22/07
2005

Demora em patentes tira a competitividade das empresas

Lentidão do INPI já acarreta perdas e deixa o Brasil para trás na corrida pelo mercado global. A demora na obtenção de marcas e patentes no Brasil além de deixar o País para trás na corrida pela inovação tira a competitividade das empresas. Para o membro do conselho de administração da Amcham - Câmara Americana de Comércio e presidente da Força Tarefa de Propriedade Intelectual, Geraldo Barbosa, a interdependência entre países e empresas é uma das principais armas para o desenvolvimento e a inserção no mercado internacional. Uma defesa eficiente da propriedade intelectual é chave para o desenvolvimento da indústria. No entanto, a demora no Brasil para se obter uma marca é de cerca de dez anos. Se a solicitação for por patente o prazo pula para 12 anos. Para ele, a lentidão do INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial já acarreta perdas às empresas nacionais e deixam o Brasil para trás na corrida pelo mercado global.
22/07
2005

Selic leva dívida a R$ 905,5 bi

A dívida interna do governo em títulos públicos subiu 11% no primeiro semestre deste ano, atingindo novo recorde de R$ 905,5 bilhões. O que mais contribuiu para a alta de R$ 95,2 bilhões da dívida desde o início do ano foram os sucessivos aumentos da taxa de juros básicos (Selic) pelo BC - Banco Central, já que mais da metade dos títulos públicos em poder do mercado é corrigida pela taxa. Em maio, a dívida somava R$ 887,9 bilhões. Embora a crise política tenha se agravado nos últimos dias, o governo ainda não identifica reflexos no cenário econômico que comprometam a gestão da dívida. O coordenador da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Paulo Valle, disse que a administração continua dentro do planejado e considerou positivo o resultado do primeiro semestre. "Parte do aumento também reflete a estratégia do Tesouro de fazer mais reservas de recursos", explicou.
21/07
2005

Compras de bens de capital no exterior aumentam 26%

Impulsionadas pela valorização do real frente ao dólar, as importações de bens de capital cresceram 26% em junho, em comparação ao mesmo mês do ano passado. De US$ 1,01 bilhão registrados em junho de 2004, as compras saltaram para US$ 1,34 bilhão, de acordo com os dados do MDIC - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O primeiro semestre, com compras no valor de US$ 7,044 bilhões, também registra alta de 27,2% em relação ao mesmo período do ano passado, com importações no valor de US$ 5,537 bilhões. Compreende-se como bens de capital, máquinas e equipamentos utilizados na produção de outros bens. Em junho, as aquisições de equipamento móvel de transporte aumentaram 65,8%; maquinaria industrial, 43,8%; partes e peças para bens de capital para a indústria, 16,2%; acessórios de maquinaria industrial, 16,0%; e máquinas e aparelhos de escritório e serviço científico, 10,4%. Os bens de capital fazem parte das importações por "categoria de uso", que inclui bens de consumo duráveis, bens de consumo não duráveis, bens intermediários e combustível e lubrificantes.