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07/03
2006

Revisão da TEC - Tarifa Externa Comum

Representantes do governo brasileiro discutirão a redução de tarifas de importação para bens de informática e de telecomunicações com os sócios do Mercosul dentro de duas semanas. A reunião, formalmente do grupo de alto nível que discute a revisão da TEC - Tarifa Externa Comum, tem, até agora, apenas uma proposta oficial de mudança no imposto de importação desses itens, apresentada pelo Brasil. Ela sugere o corte de quatro pontos percentuais da atual tarifa sobre bens de informática e telecomunicações, a partir de 2009. A tarifa mais alta, para computadores e outros bens finais não produzidos no país, cairia de 16% para 12%. Os computadores e outros produtos não produzidos no país já têm alíquota zero na importação.
07/03
2006

Corte de tarifa de importação deve beneficiar dez produtos

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, informou ontem, em Londres, que a Camex - Câmara de Comércio Exterior, deverá divulgar hoje os nomes dos produtos cujas tarifas de importação serão reduzidas como alternativa para ajudar no controle da inflação e conter a valorização do real em relação ao dólar. Ao falar com jornalistas quando chegava à embaixada do Brasil na capital britânica, Palocci disse que a iniciativa de trabalhar pela redução das tarifas não é apenas do Ministério da Fazenda, mas principalmente da Camex. O ministro não adiantou quantos são os produtos para os quais as tarifas serão reduzidas. Disse que a lista está sendo concluída. "São poucos produtos, porque temos pouco espaço na lista de exceção. Mas vamos aproveitar os espaços que nós temos, que são poucos, mas são importantes. É um conjunto de produtos." Em Brasília, funcionários do governo disseram que a lista deverá incluir dez produtos.
07/03
2006

Indústrias vão avaliar e buscar soluções para o Porto de Santos

As principais organizações empresariais do País, como a CNI - Confederação Nacional da Indústria e as Fiesp - federações das indústrias dos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro (Firjan) e do Paraná (Fiep), realizarão um levantamento inédito sobre as vantagens e as desvantagens de exportar ou importar pelo Porto de Santos. A iniciativa não se limitará a críticas. Após o diagnóstico, eles pretendem apontar soluções para os problemas, negociar com o Governo essas estratégias e, se necessário, implantá-las eles mesmos. Reunidos na associação denominada Procomex - Aliança Pró-modernização Logística do Comércio Exterior, estas entidades buscam diminuir a burocracia que envolve o comércio exterior brasileiro e, assim, facilitar as exportações. Segundo técnicos ligados ao órgão, se estes problemas forem resolvidos no País, a redução de custos tornaria os produtos brasileiros competitivos o suficiente para as exportações anuais aumentarem em US$ 25 bilhões, um crescimento de mais de 20% sobre o resultado do ano passado, US$ 118,3 bilhões.
06/03
2006

Balança comercial registra superávit de US$ 629 milhões na primeira semana de março

As contas do comércio exterior nacional registraram superávit de US$ 629 milhões na primeira semana de março (dias 1 a 5), com três dias úteis. O saldo é resultado de exportações de US$ 1,423 bilhão - uma média diária de US$ 474,3 milhões - e de importações de US$ 794 milhões - média de US$ 264,7 milhões por dia útil. As informações são da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento.
06/03
2006

Fazenda quer reduzir tarifas de importação para derrubar juros

Diante da impossibilidade de queda brusca da taxa básica de juros, o Ministério da Fazenda pressiona o restante do governo a aceitar a redução das tarifas de importação. A medida vem sendo apresentada sob o argumento de que a maior abertura do mercado do País é a alternativa para ajudar no controle da inflação e conter a valorização do real em relação ao dólar. Assim, o Banco Central teria munição para reduzir rapidamente as taxas de juros. E a economia seria favorecida pelo choque de competitividade no setor produtivo. Depois de fracassar, no segundo semestre de 2005, em uma tentativa de promover um corte acentuado nas tarifas de importação, a Fazenda vem preferindo agora agir compassadamente. A receita é adotar medidas pontuais, explorar brechas nas regras do Mercosul e reduzir gradualmente as tarifas.