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09/05
2005

Analistas reduzem previsão do PIB de 2005 e elevam de saldo comercial

O mercado financeiro manteve praticamente estáveis as previsões médias dos indicadores macroeconômicos nacionais relativos a 2005. Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a mediana das expectativas aponta crescimento de 3,60% neste ano, pouco abaixo do percentual da pesquisa anterior, de 3,64%. Para 2006, porém, a estimativa média permaneceu em 3,50%.
06/05
2005

Mercado externo é o principal alvo do setor

O mercado externo está se transformando em um dos principais alvos da indústria nacional de equipamentos médico-hospitalares, na avaliação da Abimo - Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos Médicos e Odontológicos. Segundo dados fornecidos pela entidade, as vendas externas avançaram 42,8% entre 2003 e 2004, para US$ 317 milhões. Se considerada a evolução obtida desde 2001, o aumento chegou a 69,5%, segundo a associação. Apesar de governo brasileiro responder por aproximadamente 60 % das compras do setor, a Abimo estima que a procura por novos mercados deve ganhar espaço na estratégia das empresas desse setor ao longo dos próximos anos.
06/05
2005

Mais um recorde na balança, apesar do dólar

A desvalorização do dólar frente ao real não alterou o ritmo de exportações do agronegócio, segundo os números divulgados ontem pelo Ministério da Agricultura. O saldo da balança comercial do setor foi de US$ 10,617 bilhões de janeiro a abril de 2005. O valor representa aumento de 16,7% ante igual período de 2004 (US$ 9,1 bilhões). O acumulado é recorde histórico para períodos de quatro meses, informou o governo.
06/05
2005

Exportadores terão isenção de PIS e Cofins

O governo federal está preparando um pacote de medidas para estimular o aumento da produção e das exportações. Uma das decisões já tomadas prevê a suspensão da cobrança de dois tributos - PIS e Cofins - incidentes sobre a compra de bens de capital (máquinas e equipamentos). Num primeiro momento, a isenção valerá apenas para as empresas exportadoras.
05/05
2005

Brasil toma espaço dos EUA e de outros exportadores no mercado argentino

As exportações de produtos argentinos para o Brasil não conseguem deslanchar, apesar do câmbio favorável ao país vizinho e do crescimento brasileiro. O déficit comercial entre os dois países diminuiu em abril, mas dificilmente será revertido até dezembro. Para economistas dos dois países, há um problema estrutural na raiz dos conflitos do Mercosul. O fraco desempenho do setor exportador argentino resulta da falta de crédito, da fuga de empresas durante a crise, e da queda das compras brasileiras de trigo e petróleo.