News

20/01
2006

Acordo com os EUA "não convém"

O chanceler uruguaio, Reinaldo Gargano, afirmou que "não convém" a seu país um acordo bilateral de livre comércio com os Estados Unidos, mas sim aprofundar e "aumentar" o processo de integração do Mercosul. Gargano, em entrevista ao jornal argentino Clarín, explicou que essa posição não corresponde a questões ideológicas, mas comerciais, já que os EUA impõem barreiras aos principais produtos de exportação uruguaios.
19/01
2006

BC corta taxa de juro em 0,75 ponto

O Copom - Comitê de Política Monetária, do Banco Central, decidiu reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75 ponto porcentual, para 17,25% ao ano, confirmando a aposta da maioria dos analistas do mercado financeiro. Como as reuniões passam a ser realizadas a cada 45 dias, e não mais mensalmente, já se esperava um corte proporcionalmente superior ao 0,5 ponto dos últimos três meses. Apesar disso, foi a maior redução na Selic desde dezembro de 2003, quando a taxa recuou de 17,5% para 16,5%. A decisão foi divulgada após quase cinco horas de reunião e mais uma vez frustrou empresários e sindicalistas, que esperavam uma queda maior. Para o presidente Lula, um corte de 0,75 ponto na taxa Selic seria o 'mínimo tolerável'. A próxima reunião do Copom está marcada para 7 e 8 de março.
19/01
2006

Corrente comercial de 2005 supera US$ 12 bi

A corrente de comércio entre o Brasil e a China fechou 2005 com novo recorde de US$ 12,1 bilhões, após registrar US$ 9,1 bilhões em 2004. As exportações brasileiras para a China fecharam o ano com o total de US$ 6,8 bilhões, cifra que corresponde a crescimento de 25,62% em relação a 2004, quando já havia crescido 20,02% frente ao ano anterior. As importações de produtos chineses em 2005 continuaram em alta. O crescimento foi de 44,27%, para US$ 5,3 bilhões, mas o ritmo de expansão foi menor em comparação com 2004, quando a alta fora de 72,79%, para US$ 3,7 bilhões.
19/01
2006

Exportação inesperada e faturamento recorde

A indústria de alimentos obteve recorde histórico de exportações em 2005, segundo balanço anual da Abia - Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação. Com crescimento de 23,1% em relação a 2004, foram exportados US$ 118,3 bilhões em 2005, superando as expectativas dos empresários pouco otimistas por causa do real valorizado em relação ao dólar. As exportações de alimentos industrializados cresceram 18% atingindo a marca de US$ 20,1 bilhões. O faturamento total do setor no ano foi de R$ 184 bilhões outro recorde inesperado. Já o crescimento do mercado interno foi de 2,13% para um crescimento real das vendas da ordem de 2,92%, que foi considerado pífio pela Abia, já que o crescimento vegetativo da população é de 1,9% ao ano. Os produtos que mais cresceram no mercado doméstico foram conservas vegetais e sucos e doces. Com as perspectivas do governo de crescimento do PIB em 4 e 5%, o setor se mantém bastante conservador projetando para 2006 crescimento de 3,5 a 4% das vendas reais.
18/01
2006

País perde participação de exportações

"O Brasil aumentou o seu volume de exportação em todos os setores, mas as commodities e produtos de média intensidade tecnológica, como automóveis e máquinas, se beneficiaram mais. Os produtos de alta intensidade, como aviões, produtos químicos e hospitalares, óticos e chips, não conseguiam acompanhar o mesmo ritmo", diz Cristiano Prado, assessor adjunto de Pesquisas Econômicas da Firjan - Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro.