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06/03
2006

Carga tributária: 44% do PIB

Carga tributária: 44% do PIB Folha de São Paulo Entender a confusa legislação tributária no Brasil é tarefa difícil até para os mais experientes tributaristas. Para o contribuinte é um fator de risco considerável, já que qualquer falha de interpretação pode significar indício de fraude para o fisco, expondo-o a severas punições. A tragicomédia tributária no Brasil teve mais um ato encenado na última semana. Foi noticiado que nem técnicos e fiscais da Secretaria da Receita Federal conseguem entender um tributo que nos últimos anos se tornou emblemático da esculhambação tributária que reina no país. Trata-se da Cofins, que virou uma colcha de retalhos após as inúmeras alterações a que foi submetida. A confusão é tanta que a Receita resolveu organizar cursos de treinamento para informar seus quadros de fiscalização, já que não estão conseguindo destrinchar a complexidade da legislação aplicável àquele tributo. A burocracia tributária no Brasil é uma praga cada vez mais resistente. A produção de normas não cessa e torna a vida do contribuinte um inferno.
03/03
2006

Exportações crescem, mas governo fica de olho na alta das importações

A taxa de câmbio está preocupando "seriamente" a equipe do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A cotação do dólar fechou ontem em R$ 2,11, patamar que estimula as importações em geral e as de bens de consumo em especial. Além disso, é muito provável que essa excessiva valorização da moeda brasileira esteja afastando muitas pequenas empresas do mercado internacional. A análise é do secretário de Comércio Exterior do ministério, Armando Meziat. O secretário prevê que o ritmo de crescimento das exportações em 2006 será menor que o das importações.
03/03
2006

No embalo das importações

O primeiro bimestre de 2006 foi marcado pela forte recuperação das importações. No mês passado, quando a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,822 bilhões, as compras externas cresceram 19% frente a fevereiro de 2005, alcançando US$ 5,928 bilhões. Já as exportações, que somaram US$ 8,750 bilhões, aumentaram 12,8%. O resultado nos dois meses foi semelhante: enquanto as importações (de US$ 12,355 bilhões) subiram 19,4%, as vendas externas (US$ 18,021 bilhões) avançaram 18,6%. Especialistas acreditam que o dólar barato está estimulando a compra de matéria-primas, bens de consumo e máquinas e equipamentos no exterior, uma tendência que deve se estender por todo o ano.
03/03
2006

Iedi destaca desempenho das importações

Levantamento realizado pelo Iedi - Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, mostra que, considerando a média diária, o saldo comercial de fevereiro, de US$ 157 milhões, foi o menor nos últimos 11 meses, à exceção de janeiro. "No período, as exportações de fevereiro registrou evolução aquém do que vinha sendo registrado, tendo ocorrido o contrário com as importações, resultando em uma modestíssima evolução do superávit comercial (1,3% com relação ao saldo médio por dia útil de janeiro de 2005)." Segundo o Iedi, os resultados divulgados ontem pelo governo mostram que "as exportações por dia útil de fevereiro (US$ 486 milhões) ficaram em nível próximo aos valores muito elevados do segundo semestre de 2005, o que mostra que pelo menos até o momento o efeito do câmbio sobre as exportações pode ter se dado na forma de desaceleração do crescimento, porém sem levar à queda absoluta dos valores recordes de vendas externas obtidos pelo país no ano passado".
02/03
2006

Superávit comercial acumulado no bimestre atinge US$ 5,666 bilhões

A balança comercial acumula em janeiro e fevereiro superávit de US$ 5,666 bilhões. No período, as exportações somaram US$ 18,021 bilhões e as importações, US$ 12,355 bilhões, conforme divulgou hoje a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento.